O Mico-leão-de-cara-preta (Leonthopitecus caissara) foi descoberto somente em 1990. Até agora o mico foi somente observado na Ilha do Superagüi e redondeza; estima-se que existe uma população de 300-400 exemplares.

Eles vivem em famílias ou pequenos bandos e passam a noite em árvores ocos o que pode ser uma restrição ecológica para a espécie. Alimentam-se de insetos; pequenos invertebrados; néctar; flores e frutos como p.ex. guapé, coquinho (jerivá), semente de imbaúva, banana, etc.
Normalmente a espécie é monógama, mas já foi observada poligamia ou poliandria em condições de desequilíbrio dos sexos. Geralmente dão luz à gêmeos, mas podem ocorrer trigêmeos ou quádruplos.Uma característica social importante é a divisão da comida. Eles comunicam-se por sons agudos e comunicação visual, p.ex a crina fica em pé quando estão agressivos.
Mico leão dourado; mico leão de cara dourada; mico leão preto e mico leão de cara preta ocorrem somente na Floresta Atlântica e são seriamente ameaçadas de extinção. A destruição do habitat natural deles é um dos motivos e outro é a captura de exemplares para revenda.Criação em cativeiro, criação controlada em liberade, translocações e re-introdução são algumas das estratégias usadas para garantir a sobrevivência dos Micos.
Observação importante: Geralmente não é possível avistar o mico em Superagüi, pois as áreas onde ele habita estão fechadas para o público.
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Last modified on Monday, 1 de March de 2004